quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Oportunidade: UFT lança concurso para professor e técnico-administrativo; 43 vagas são ofertadas




A Universidade Federal do Tocantins (UFT), por meio da Comissão Permanente de Seleção (Copese), divulgou, nesta quarta-feira (31), os editais dos concursos públicos para provimento de vagas nos cargos de professor do magistério superior e para cargos efetivos da carreira de técnico-admirativo em educação. 


No total, são 33 vagas para professor, com remuneração que varia de R$ 2.018,77 a R$ 8.639 reais, dependendo do número de horas trabalhadas, dedicação e titulação do candidato. Para o cargo de técnico-administrativo são 10 vagas para os níveis médio e superior, cujas remunerações variam de R$ 2.752,81 a R$ 4326,21 reais.


Das inscrições
Para os cargos de professor do magistério superior, a inscrição será realizada, exclusivamente, pela internet, no endereço eletrônico http://www.copese.uft.edu.br, no período de 19 de setembro a 03 de outubro.


Já para os cargos de técnico-administrativo, que compreendem assistente em administração; tradutor e intérprete de linguagem de sinais para nível médio; e Administrador, Biólogo, Relações Públicas e Tecnólogo, com formação em Gestão e Negócio, para nível superior, as inscrições serão feitas pela Internet (http://www.copese.uft.edu.br), no período de 11 de novembro a 12 de dezembro.


Seleção

A seleção para o cargo de professor contará com duas etapas, sendo a primeira um exame de habilidades e conhecimentos, a ser realizado mediante a aplicação de prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório. A segunda etapa consta de prova didática, de caráter eliminatório e classificatório; prova prática, de caráter apenas classificatório; e avaliação de títulos, de caráter apenas classificatório.


Para os técnicos administrativos, a seleção será por meio de realização de prova objetiva, de caráter classificatório e eliminatório, para todos os cargos, e abordará conhecimentos compatíveis com o nível de escolaridade exigido para o cargo, conforme os programas constantes no Anexo III do edital de abertura.


Confira os editais
Acompanhe o Nosso Site também no FACEBOOK, e dexie seu comentário

Fonte: UFT

Dilma Rousseff perde o mandato de presidente da República, mas mantém direitos políticos

...

Após seis dias de sessão e mais de 60 horas de trabalho, o Senado Federal decidiu nesta quarta-feira (31), por 61 votos a 20, condenar Dilma Rousseff pelo crime de responsabilidade e retirar seu mandato de presidente da República. Em uma segunda votação, foram mantidos seus direitos políticos.

Dilma Rousseff  foi responsabilizada pela edição de três decretos de créditos suplementar, sem autorização legislativa, e por atrasos no repasse de subvenções do Plano Safra ao Banco do Brasil, em desacordo a leis orçamentárias e fiscais.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que presidiu a sessão de julgamento, lavrou a sentença e determinou que Dilma Rousseff e Michel Temer sejam comunicados da decisão, tarefa que estará a cargo do primeiro secretário do Senado, Vicentinho Alves (PR-TO).

Temer será empossado como presidente da República na tarde desta quarta-feira, às 16h, no Plenário do Senado, como anunciou o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL). Dilma Rousseff terá até 30 dias para deixar o Palácio da Alvorada, residência oficial do chefe de Estado.

Em uma segunda votação, Dilma Rousseff obteve a manutenção de seus direitos políticos. Inicialmente, previa-se uma única votação para o impedimento e a perda de direitos políticos, o que a tornaria inabilitada para o exercício de qualquer função pública. No entanto, Lewandowski atendeu a pedido de destaque apresentado pela bancada do Partido dos Trabalhadores, o que levou à realização de duas votações. Na segunda, 42 senadores votaram pela perda de direitos, 36 pela manutenção e 3 se abstiveram. Para a inabilitação da agora ex-presidente seria necessária maioria absoluta, ou seja, pelo menos 54 votos.

Tramitação

O processo de impeachment foi concluído quatro meses e meio depois de chegar ao Senado, período marcado por divergências e intensos debates entre aliados e opositores de Dilma Rousseff. A denúncia apresentada contra ela, pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal, foi aceita em 2 de dezembro de 2015 pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e, em meados de abril, acolhida pelo Plenário daquela Casa.

No Senado, passou por três votações em Plenário. Na primeira delas, em 12 de maio, os senadores aprovaram a abertura do processo de impeachment, o que determinou o afastamento temporário de Dilma Rousseff.

Nos três meses seguintes, o trabalho se concentrou na Comissão Especial do Impeachment, responsável por analisar provas da procedência ou não das acusações.

Presidida pelo senador Raimundo Lira (PMDB-PB), a comissão realizou 31 reuniões e ouviu 44 testemunhas, 38 delas de defesa. Ao final, foi aprovado relatório elaborado por Antonio Anastasia (PSDB-MG), recomendando o julgamento da acusada.

Na madrugada de 10 de agosto, após cerca de 17 horas de sessão, também presidida por Ricardo Lewandowski, o relatório foi acatado em Plenário, que transformou Dilma em ré.

Iniciada na última quinta-feira (25), a sessão de julgamento teve início com a arguição de cinco testemunhas e dois informantes, fase realizada em três dias de trabalho.

Na segunda-feira (29), Dilma Rousseff teve a oportunidade de apresentar sua defesa em Plenário e responder a perguntas de 48 senadores, por cerca de 14 horas.

Na manhã de terça-feira (30), foi a vez da manifestação dos advogados de acusação, Janaína Paschoal e Miguel Reale, e da defesa, José Eduardo Cardozo. No restante do dia e até a madrugada do dia seguinte, 66 senadores inscritos se manifestaram da tribuna.

Nesta quarta-feira, último dia da sessão, o ministro Ricardo Lewandowski fez uma síntese de seu relatório, com os fundamentos do processo de impeachment, que contém 72 volumes e mais de 27 mil folhas. A votação que resultou no impedimento de Dilma Rousseff foi encaminhada pelos senadores Ana Amélia (PP-RS) e Ronaldo Caiado (DEM-GO), favoráveis ao impeachment, e por Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Humberto Costa (PT-PE), contrários ao afastamento da presidente.

Na segunda votação, Kátia Abreu (PMDB-TO), Jorge Viana (PT-AC) e João Capiberibe (PSB-AP) encaminharam pela manutenção dos direitos políticos da ex-presidente, ficando a cargo dos senadores pelo PSDB Aloysio Nunes (SP), Cássio Cunha Lima (PB) e Aécio Neves (MG) as argumentações contrárias.

Fonte: Agência Senado

Histórico: Senado decidirá se Dilma vai ser afastada em definitivo da Presidência

Foram cerca de 70 horas de acaloradas discussões, lágrimas, discursos pela madrugada e ameaça de uso do “poder de polícia” para conter os ânimos até que chegasse, finalmente, o dia do juízo final para a presidente afastada, Dilma Rousseff, acusada de cometer crime de responsabilidade. Nesta quarta-feira (31), último dia do mês de agosto, o Senado concluirá o segundo processo de impeachment de um presidente na história democrática.
Ao que tudo indica, o resultado da votação que se iniciará na manhã desta quarta-feira trará para Dilma um resultado quase tão trágico quanto aquele vivido no mesmo mês de agosto por alguns dos antecessores que a petista citou em seu discurso na segunda-feira (29). Foi o mês em que Getúlio Vargas tirou a própria vida e que Juscelino Kubitschek morreu. Foi também o mês da renúncia de Jânio Quadros, ato que, anos depois, desembocaria no regime militar, período citado por Dilma em sua fala para comparar a tortura que então sofreu ao momento que vive hoje.

Em levantamento do ‘Globo’, 53 senadores já admitiram votar a favor do impeachment. São necessários 54 votos para que Dilma seja cassada. Mas o clima na noite de terça-feira, consolidado após as longas horas da sessão, era francamente favorável ao impeachment. Alguns poucos senadores que resistiam em anunciar publicamente seus votos eram contabilizados pelo Palácio do Planalto como favoráveis à cassação da presidente afastada. Confiantes no resultado, auxiliares do presidente interino, Michel Temer, afirmavam que o “centro da meta” seriam 60 votos, com margem de até dois a mais, ou dois a menos. Ou seja, um número ainda mais folgado que os 59 votos obtidos há três semanas, quando o Senado levou Dilma a julgamento.

No plenário do Senado, durante a arrastada sessão que teve 65 senadores inscritos para falar, cada um por dez minutos, o senador Fernando Collor (PTC-AL), alvo de impeachment em 1992, fez críticas ao governo petista e negou a tese do golpe, como defende o PT. Sinalizando que pode ser o 54º voto a favor do impeachment, ele comparou sua situação à de Dilma afirmando que, quando foi alvo do impedimento,“forças conjugadas simularam uma crise política de governabilidade”, mas, hoje, o cenário é outro.
Collor disse que Dilma transformou sua gestão em uma “tragédia anunciada” e enfrenta um “desfecho típico de um governo que faz da cegueira econômica o seu calvário, e da surdez política o seu cadafalso”.

Neste último dia antes do julgamento final, houve também choro dos dois lados. Enquanto a autora do pedido de impeachment, Janaína Paschoal, emocionou-se ao dizer que pedia o impedimento da presidente afastada pensando em todos os brasileiros, inclusive nos netos de Dilma, o advogado da petista, José Eduardo Cardozo, chorou durante entrevista ao apontar o que vê como uma “injustiça” contra sua chefe.

No PT, os discursos miravam mais o futuro a médio prazo do que uma tentativa imediata de virar votos. Cientes de que a votação deste último dia de agosto pode enterrar de vez a era de hegemonia petista, os senadores do partido alertavam para a “tragédia” de um governo Temer, voltado para o capital privado e exigindo sacrifícios sociais, numa indicação sobre o tom da oposição que poderá ser liderada pelo PT.

Enquanto o polêmico senador Magno Malta (PR-ES) dizia presenciar o mais triste “velório” pela ausência de mobilização pró-Dilma, o Planalto já se preparava para a posse definitiva de Temer. A cerimônia, prevista para esta tarde, no plenário da Câmara selará o desfecho do impeachment nove meses após o então poderoso presidente da Câmara, o hoje deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter dado início ao processo.

Fonte: Verdade Gospel

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Em Tocantinópolis: Ex-prefeito Antenor Queiroz sofre grave acidente na BR-153, após perder o controle do veículo



O ex-prefeito de Tocantinópolis, Antenor Pinheiro Queiroz sofreu um grave acidente automobilístico na tarde de terça-feira (23), na BR-153, próximo à cidade de Araguaína. Segundo informações, o ex-gestor seguia sozinho, quando perdeu o controle do veículo.

O acidente aconteceu aproximadamente a 22 km de Araguaína, sentido Nova Olinda. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), chovia no momento do acidente. Uma das hipóteses é ter acontecido uma aquaplanagem (ação onde os pneus perderam o contato com a pista). Razão pela qual o condutor veio a perder a direção da caminhonete, saindo da rodovia e capotando por várias vezes.


Com o capotamento, a Hilux teria ficado completamente avariada. Antenor ficou preso nas ferragens, mas foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado em estado grave para o Hospital Regional de Araguaína (HRA).

Ao chegar a unidade hospitalar, foi constatado algumas fraturas pelo corpo, apesar da gravidade, Antenor não corre risco de morte e seu estado de saúde é estável. Queiroz é agente federal aposentado e geriu o município de Tocantinópolis de 2005 a 2008.

Fonte: Dirceu Leno com informações e fotos do Portal O Norte

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Monitoramento e avaliação dos Planos Municipais de Educação são discutidos entre municípios da Diretoria Regional de Educação de Tocantinópolis


A equipe da Secretaria Municipal de Educação de Tocantinópolis participou na manhã desta terça-feira (23), no Câmpus da Universidade Federal do Tocantins, de uma formação sobre o monitoramento e avaliação do Plano Municipal de Educação. O encontro foi promovido pela Diretoria Regional de Educação (DRE), e teve a participação de onze dirigentes municipais e técnicos das Secretarias Municipais jurisdicionadas à DRE de Tocantinópolis.

O encontro teve como objetivo a ampla discussão sobre as metas e propostas contidas e aprovadas nos planos municipais de educação de cada município, onde após os debates grupais, as normativas serão cobradas conforme a demanda de cada municipalidade, tendo como princípio, a sua devida efetivação conforme apregoa o documento, o qual tem vigência por 10 anos.

A presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de Tocantinópolis (SIMPEM), Gisele Costa, destaca que o evento é de debate e fortalecimento de ideias. “O encontro é propício para debatermos juntos as propostas de cada plano municipal, e se necessário, estarmos cobrando posteriormente ao poder público a efetivação dessas conquistas”, destacou.

A formação fora conduzida pela avaliadora educacional da Gerência de Apoio aos Municípios da Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), Cleidiana Santana Parente, e com o apoio da assessora Regional dos Municípios, Eliane Marinho.

O encontro além de ter a parceria da SEDUC e União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME), contou a participação dos representantes dos municípios de Aguiarnópolis, Angico, Darcinópolis, Luzinópolis, Palmeiras, Santa Terezinha e Tocantinópolis. Na oportunidad
e, o diretor Regional de Educação, Dorismar Carvalho, também esteve presente acompanhando de perto as discussões.


Fonte: Dirceu Leno / Ascom Prefeitura

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Família de Flayman Lopes Procura Por Informações que Levem a seu Paradeiro



Flayman Lopes da Silva de 25 anos saiu de casa no dia 08 de Fevereiro deste ano e a ultima notícia que os familiares tiveram dele foi de que o mesmo estaria na rodoviária de Belo Horizonte vivendo como pedinte.

Foto: Arquivo da FamiliaSem ter a quem mais recorrer a família de Flayman Lopes resolveu apelar para a internet e suas redes sociais para tentar encontrar o rapaz que está desaparecido a mais de sete meses.
Segundo informações dos familiares o rapaz saiu de casa em fevereiro deste ano e a ultima noticia dele foi dada por funcionários da assistência social localizada na rodoviária de Belo Horizonte (MG) onde segundo eles, Flayman insistia em dizer que tinha que ir pra cidade de Rio de Janeiro (RJ)
Os familiares explicam que o desaparecido está mal fisicamente e mentalmente e por isso a preocupação é maior ainda.
Foto: Arquivo da Familia"Pedimos ajuda se alguém tiver notícias dele, se viram em algum lugar entrar em contato, estamos aflitos pois não temos noticias desde maio. E como ele é bem conhecido acho que a divulgação na internet e nas redes sociais poderão ajudar a encontrarmos ele".Explicou uma irmã.
Pedimos a quem possa interessar repassar este texto com foto pelos grupos de whatsapp e também no facebook na tentativa de encontrá-lo. Quem tiver alguma informação poderá entrar em contato através dos números: (63) 9 9953-2513 ou (63) 9 8112-9003.

Fonte: Redação do Tocnoticias

Estado Aciona Justiça, e Grupo de Sem Teto de Tocantinópolis Tem 05 Dias Para Desocupar Área Invadida


Decisão foi proferida pelo Juiz de Direito Dr. Helder Carvalho Lisboa, nesta ultima Terça Feira (16), e dá prazo até o dia 23 de Agosto do corrente ano ás 20 horas para que a área de 297.020,15m² seja desocupada pacificamente.

imagem do site www.tocnoticias.com.brUma equipe de fiscais da Companhia Imobiliária do Estado do Tocantins visitou o local e detectou que os invasores estavam mantendo a área pública sob detenção, de maneira indevida, por meio de manutenção desautorizada e ilegítima do bem.
A equipe constatou ainda que os assentados vem utilizando parte do imóvel sem qualquer autorização dos órgãos ambientais do Estado, em total degradação do meio ambiente local.
Como as negociatas de lotes vinham sendo realizadas de maneira irregular, os fiscais constataram que o ato de esbulho do patrimônio estadual implica transgressão da ordem pública e viola o direito de propriedade acarretando danos ao desenvolvimento das políticas públicas estatais de cunho habitacional e imobiliário.
foto reprodução Google MapsA Terrapalmas informou á justiça que realizou notificações extrajudiciais para que os réus desocupassem a área, mas que até o momento nenhum deles teria deixado o local. Na ocasião, os notificados pelos fiscais foram: Manoel Pereira de Melo, José Batista dos Santos, Lídia de Sousa Costa, Héryka Ribeiro Reis, Marileide da Silva Lima, Lucinalva Dias da Silva, Edson Pereira Rodrigues, João Carneiro de Sousa, Benilson Barros da Canceição, Romário da Silva Pinto, Mayara Gomes Xavier, Ana Paula Fernandes de Sousa, Hilda Fernandes de Oliveira, Ueberte Silva Vasconcelos, Rosiane Sousa Sá, Clorisleide Gomes de Sousa, Katiana Fernandes da Silva, Valdemiro Gomes de Souza, Romário Pereira da Silva, Jatiane Conceição de Jesus, Paulo Chagas, Cleber Souza Rodrigues e Manda Maciel Nogueira.
Em um trecho das alegações do Juiz para acatar o pedido de reintegração, o magistrado descreveu: "No caso dos autos restou provado que o autor é possuidor também legítimo proprietário do imóvel objeto do litígio, havendo fortes evidências de que os réus invadiram o bem como se possuidores/proprietários fossem".
Ainda na justificativa Dr. Helder explicou o seguinte: "O esbulho praticado ficou comprovado através da presença dos autores na área, o que por certo dificulta e impede a implementação da política habitacional, especialmente pelo fato de que a invasão perpetrada ocorreu sem o consentimento do titular do direito do bem e ao arrepio de qualquer cadastro prévio".
foto reprodução Google MapsNo final da decisão o magistrado escreveu: "Por todo o exposto, com fulcro no artigo 561 do Código de Processo Civil, defiro a liminar e determino, por conseguinte, a expedição do competente mandado de reintegração de posse, com obrigação dos réus desocuparem o imóvel com a restrição de que não voltem aquele local e não mais pratiquem qualquer ato de esbulho ou turbação, sob pena de pagamento de multa diária individual de R$ 400,00 (quatrocentos reais), sem prejuízo de resposta criminal à transgressão da ordem judicial e impedimento de ser contemplado com eventual política pública que vier a ser implementada no local por parte do Estado do Tocantins com ou sem a participação da prefeitura de Tocantinópolis. Faculto aos réus a desocupação voluntária do imóvel até às 20h00min do dia 23 de Agosto de 2016, sob pena da utilização de força policial. Notifique-se a 5ª Companhia da Polícia Militar de Tocantinópolis para engrendar esforços no sentido de disponibilizar efetivo suficiente para acompanhar os Oficiais de Justiça na intimação e citação dos réus, e se for necessário na retomada compulsória da área após a expiração do prazo judicial acima conferido".
Por mais cruel que muitos possam achar a decisão, o terreno citado que não é pequeno virou alvo de negociatas políticas através de uma mulher que se diz líder dos sem teto, porém, nem no local reside, por isso seu nome se quer foi citado na decisão. Iludidos pela própria ganância a maioria pagou para uma suposta divisão dos lotes, e também para que fosse aberto ruas por todo o loteamento, sem ao menos terem visto um documento se quer que comprovasse o direito ao terreno.
Agora, após muitos ter sido pressionados pela tal líder a construir casas para ganhar o lote e morar no local mesmo sem ter energia elétrica e água encanada, a decisão vai lhes causar um enorme prejuízo, porém, uma esperança ainda reluz no fim do túnel, já que o Governo do Estado ao pedir a desocupação informou á justiça que pretende destina a área um projeto de microparcelamento urbano que se encontra em fase de conclusão, no qual contemplará 709 (setecentos e nove), unidades de lotes unifamiliares para atender somente famílias consideradas de baixa renda (moradia popular).

Fonte: Redação do Tocnoticias