quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Prefeito Fabion reinaugura neste domingo (25), reforma e ampliação da Praça das Mangueiras e Quadra de Esportes do Alto Bonito.


Após ampla reforma e estrutura padronizada, o prefeito Fabion (PR) reinaugura neste domingo (25), a partir das 19h30, a reforma e ampliação da Praça das Mangueiras e Quadra de Esportes Manoel Machado, no Bairro Alto Bonito. A realização é fruto de um convênio celebrado através de emenda parlamentar destinada pelo deputado Estadual José Bonifácio e com contra partida da Prefeitura Municipal de Tocantinópolis.



Atendendo um pedido da comunidade e durante dois meses de intensos trabalhos, a Prefeitura entregará oficialmente mais uma importante obra para a população do Bairro Alto Bonito e adjacências, graças ao trabalho árduo e ininterrupto do qual o Governo Municipal vem realizando no município.

Mesmo com as dificuldades financeiras e no final do mandato, o prefeito Fabion vem garantindo melhorias nos quatros cantos da cidade. “É com muita satisfação, honra e orgulho que entregarei mais uma obra durante meu governo para o povo de Tocantinópolis. Mesmo o município enfrentando fortes dificuldades, iremos entregar uma belíssima Praça para este setor que tanto merece e do qual tenho bastante apreço”, destacou Fabion.

A nova Praça das Mangueiras contará a partir de agora com acessibilidade, jardinagem, mesas de ping-pong, quadra de vôlei, mesas e bancos novos, academia ao ar livre que se destina a pessoas de todas as idades realizarem práticas esportivas, aeróbicas, além de um parque infantil para a criançada brincar e se divertir com segurança e praticidade.

“A Praça não é do prefeito e sim do Povo, por isso pedimos que todos zelem, cuidem e pratiquem a cidadania, preservando o patrimônio e o bem público. Que a população possa usufruir a partir de agora de local harmônico, limpo, novo e dotado de estrutura de qualidade, com alegria e bem estar social na companhia de familiares e amigos”, destacou o prefeito Fabion.

E ainda falando em esporte, o prefeito Fabion entregará no mesmo dia a reforma e ampliação da Quadra de Esportes Manoel Machado. O espaço recreativo passou por ampla reforma para atender os desportistas e atletas da localidade. Com a finalização de amis esta obra, a Prefeitura fecha um ciclo onde todas as quadras do município receberam melhorias em suas estruturas, passando oferecer melhores condições de uso e prática esportiva.

O prefeito Fabion convida ainda toda a população de Tocantinópolis a estarem prestigiando e participando no dia 30 de setembro, (sexta-feira), da inauguração da Praça e Quadra Poliesportiva do Povoado Pedro Bento. Contamos com sua presença!


Fonte/Fotos: Dirceu Leno / Ascom Prefeitura

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Tocantinópolis e a continuidade da velha política. Entenda


Dia 27/07/16 foram inauguradas várias obras pela cidade. Obras de extrema importância, é verdade. Pavimentação de um trecho de rua, reforma de escola, posto de saúde e uma UPA. Mas o espetáculo todo em torno dessas inaugurações, parece mais coisa pra turista ver, pois quem vive na cidade sabe, que já há muito tempo, existe muita coisa a se fazer. Muitas promessas que ficaram no palanque da atual gestão já estão fazendo parte dos palanques das eleições 2016. É importante mencionar também, que a UPA, obra mais relevante então inaugurada, foi feita praticamente toda com recurso do governo federal, e a gestão municipal, faz de tudo para desinformar a população, querendo levar os créditos por obras que não são inteiramente de sua competência e muito menos feitas com recursos do município.



8 anos de governo, basta verificar o montante dos recursos que entraram no município durante todo esse período. As casas populares do setor olaria e do conjunto Santa Rita, ainda hoje estão inacabadas. Quantas casas de palhas ainda existem no município? A praça do Alto bonito teve que esperar bem mais de 8 anos para ser reformada, os professores não tem seu plano de cargos e carreira, e o acordo de reajuste não foi cumprido no tempo estabelecido, sem esquecer dos inúmeros contratos que servem de barganha eleitoreira, principalmente às vésperas da eleição. As escolas do município tem pintura, mas em algumas falta de tudo. A péssima drenagem urbana do município, ano após ano nunca é resolvida, e em época de chuva algumas ruas ficam cobertas de lama. Onde está o Plano Diretor do Município? O aterro sanitário ainda não saiu do papel. Os quebra molas da cidade são um exemplo de “obras de engenharia” que não deram certo. O portal da transparência não é tão transparente assim e demorou anos para ser colocado a disposição da população. Existe uma lista infindável de coisas que devem ser feitas.


Já no âmbito da câmara municipal, percebe-se que os vereadores não cumprem o seu papel devidamente e vivem da mediocridade em aceitar tudo que a gestão propõe ou impõe. Não fiscalizam, não cobram, não fazem projetos relevantes, não disponibilizam informações em um site de forma atualizada, não atualizam a lei orgânica do município, não agem como uma câmara de vereadores deve agir, com autonomia, transparência e competência. Os vereadores não sabem do seu papel, acham que ajudar pessoas, dar dinheiro e fazer outros favores, faz parte da função de um vereador. Essa, na verdade, é a função deles como cidadãos, não a de um legislador. Infelizmente boa parte da população vê esse tipo de comportamento com naturalidade e talvez a até confunda, por ignorância, essas práticas com as funções reais de um vereador. E pouquíssimos são os candidatos para esta eleição, que talvez fujam do perfil dos atuais vereadores. 


O prefeito e a câmara fingem que fazem muita coisa, e muita gente finge que está tudo bem.
Tratam a coisa pública como se fosse propriedade privada. Agem como se fossem donos da cidade. Não sabem reconhecer o limiar entre suas atribuições e seu papel como simples cidadãos. Agem como se o município fosse o quintal da casa deles, tamanho é o tempo que estão acomodados na incumbência de gerir os recursos e as atividades da prefeitura. Esquecem que são funcionários do povo, e de todo o povo. O município é de toda a população. Os prédios públicos, veículos, recursos não são propriedade privada como assim pensam ser. 


Infelizmente, Tocantinópolis a exemplo do resto do país é marcada pela política da troca de favores, da velha política com características do fisiologismo, e nesses mais de 28 anos de democracia, amarga o domínio de uma oligarquia no poder. O povo não amadureceu politicamente, e uma grande parcela desse povo reproduz as mesmas práticas dos “políticos”. Muitos assistem calados às gestões que pecam na transparência e há anos fazem governos inertes que não promovem nenhuma inovação ou transformação, tornando o município praticamente o mesmo por décadas. A mesma papagaiada nas cores dos prédios públicos, as mesmas ruas esburacadas, os mesmos problemas na saúde e na educação, a falta de valorização dos professores e demais servidores, a carência de projetos culturais, o descaso com o meio ambiente, uma câmara de vereadores obsoleta, pobre de projetos e de iniciativas. Mentes velhas, práticas velhas, representantes que não dialogam com o povo. Seria a hora de mudanças, de renovação, de apostar em pessoas que pudessem inovar, que pudessem mostrar mais transparência na gestão, que de fato fossem competentes. Mas infelizmente, parece que essa hora mais uma vez não vai chegar, visto que a oposição que hora ameaçou se levantar, se esfacelou, se fragmentou, e por consequência irá fortalecer velhas figuras já conhecidas, que com certeza não diferem em nada do atual grupo que hoje domina o cenário político da cidade.


Só o Padre João esteve tanto tempo no poder nesta cidade. Mas parece que a história no futuro mostrará, que ao invés de Padre João, quem realmente ficou mais tempo no poder, foram oligarcas da atualidade.

Fonte: Giano Guimarães - Blog tocantino.com.br


Um poema que reflete um pouco da prática "política" em nossa cidade:

Fariseus

Tentam nos enganar
Com discursos populares
Estudam o que falar
Visitam até os lares

Invocam o nome de Deus
Como se fossem santos
A exemplo dos Fariseus
Maquinam pelos cantos

Está aberto o período de caça
O alvo são os eleitores
Ave Maria cheia de graça
Livra-nos dos mal feitores

Não respeitam o sagrado
Zombam da fé alheia
Acham que sou palhaço
Não tem medo da cadeia

Pra ganhar uma eleição
São capazes de tudo
Compram voto, doam pão
Dizem: “eu te ajudo’

São doutores na arte
De manipular o cidadão
É assim em toda parte
No palanque, no rádio e na televisão.
Fonte: Giano Guimarães - Blog tocantino.com.br

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Dia do Profissional de Educação Fisica Será Comemorado em Tocantinópolis Nesta Quinta-feira



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Nesta quinta feira, 1º de setembro, celebra-se o Dia do Profissional de Educação Física.
É comemorado neste dia por coincidir com a instituição da Lei Federal nº 9696, em 01 de setembro de 1998, que regulamentou a Profissão de Educação Física e criou os Conselhos Federais e Regionais de Educação Física.

O profissional de Educação Física tem um amplo campo de trabalho que envolve, por exemplo, a atuação em escolas, faculdades, academias e clubes. Na cidade de Tocantinópolis, o curso de Licenciatura em Educação Física é ofertado pela UFT. E os docentes e discentes deste curso junto a profissionais da área da cidade estão promovendo um evento comemorativo que ocorrerá no dia 01 de setembro de 2016, na Praça da Bíblia das 16:00 as 20:00 horas.

O evento terá: atividades de aquecimento (dentre essas atividades a dança), abertura oficial do evento comemorativo e ressalva da importância da procura ao profissional capacitado e regularizado para atuar nas áreas que cabe ao profissional de Educação Física e espalhados em postos por toda a praça terão atividades de esporte, lazer e jogos, para todas as idades. O evento comemorativo conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Tocantinópolis por meio de diversas secretarias, dentre elas a de saúde, a da mulher e de esportes, juventude e políticas sobre drogas. E conta também apoio também da polícia militar. 

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Fonte: Wellynton Mota Professor de Ed.fisica da academia melhor idade

Temer faz estreia internacional em encontro do G20 na China



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Em meio a certa cautela internacional quanto ao processo de impeachment que derrubou o governo de Dilma Rousseff, o presidente Michel Temer, agora confirmado definitivamente no cargo, embarcou para a China, onde participará nos dias 4 e 5 de setembro do encontro do G20 – grupo das maiores economias do mundo.

É fácil entender sua pressa nos últimos dias para encerrar o julgamento. De um lado, a ocasião dá a Temer um palco de destaque para sua estreia internacional, já que estarão presentes no encontro os líderes mais importantes do mundo, como o presidente americano, Barack Obama, e a nova primeira-ministra britânica, Theresa May.

De outro, lhe garantirá uma recepção amigável do país anfitrião, já que a China, pragmática nas suas relações externas, está mais interessada em construir um bom relacionamento com o novo governo brasileiro do que em se preocupar com a legitimidade ou não do processo que lhe alçou ao poder.

Sob o comando do Partido Comunista desde 1949, o governo chinês não costuma interferir em questões de política interna de outros países. Mesmo antes de concluído o julgamento de Dilma, já estava cofirmado um encontro entre Temer e o presidente Xi Jinping, para 17h desta sexta-feira, em Hangzhou, cidade próxima a Xangai onde ocorrerá o G20.

Apreensão chinesa

Não que o processo de impeachment tenha sido visto com tranquilidade pelo governo chinês, acredita Evandro Menezes de Carvalho, professor de direito internacional da Fundação Getúlio Vargas, que visita com frequência o país.

Pelo contrário, a mudança causou apreensão, já que Pequim tinha construído uma boa relação com Brasília durante os governos petistas, inclusive com a criação dos Brics – grupo de grandes nações emergentes que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – e o fortalecimento do G20, ainda no governo Lula.

No entanto, consumada a troca de governo no Brasil, o foco agora é reconstruir a boa relação, observa Carvalho. Ele, que já atuou como professor visitante na Fudan University, em Xangai, conta que tem sido constantemente questionado pelos chineses sobre o novo governo.

“Estive lá em agosto e era muito evidente por parte da academia e algumas pessoas de governo a curiosidade em saber qual vai ser o direcionamento da política externa de um eventual governo Temer”, disse à BBC Brasil, pouco antes de o Senado concluir o julgamento de Dilma.

“Eles estão preocupados em entender como se relacionar [com a nova administração]. Então essa é uma pergunta que me faziam muito: o Temer vem ou não vem? Vem com quem? Como são as pessoas? Do que eles gostam? Como a gente trata? Há uma preocupação de estabelecer um canal de diálogo, uma boa relação imediata, sem deixar que questões políticas-ideológicas interfiram na estratégia de relacionamento”, acrescentou.

Comitiva

Acompanham Temer na viagem o presidente do Senado, Renan Calheiros, e os ministros José Serra (Relações Exteriores), Henrique Meirelles (Fazenda), Blairo Maggi (Agricultura) e Maurício Quintella (Transportes).

Carvalho observa que a troca de governo através do impeachment acabou afetando as conversas nos últimos meses. Inclusive o Brasil teria sido pouco atuante nas reuniões preparatórias para o G20, já que ficou algumas semanas sem embaixador, devido à substituição de Roberto Jaguaribe por Marcos Caramuru.

“A mudança de governo, tal como está se dando, preocupou o governo chinês e de certo forma impactou nas relações. Eles já estavam acostumados, já tinham estabelecido a base de uma relação que perdurou quase 14 anos com governos do PT, onde teve de fato uma série de iniciativas, sobretudo nos anos Lula”, nota o professor.

Foi, por exemplo, já no segundo ano da administração petista, 2004, que houve a criação da Cosban (Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação), o que elevou a relação entre os dois países ao status de “parceria estratégica global”.

Carvalho nota que a China considera importante a relação com outros países emergentes e que não trata essas nações da mesma forma que as potências europeias e os Estados Unidos.

O governo chinês, inclusive, valoriza muito o G20 (em contraponto ao mais restrito G7) e fez pesados investimentos de infraestrutura para a realização da cúpula em Hangzhou. Com objetivo de reduzir a poluição e o trânsito, mandou fechar fábricas próximas da cidade e decretou feriado durante o evento.

“Existe uma questão geopolítica, uma apreensão chinesa, para entender bem como vai ser esse novo governo brasileiro na relação com os Estados Unidos. E se isso vai ou não afetar os interesses chineses”, observa o professor.

“É uma questão que parece estar subentendida nas perguntas que me fizeram bastante: se os negócios chineses vão ser prejudicados em função do que supostamente eles atribuem a uma proximidade maior do perfil do governo Temer com os Estados Unidos”, ressaltou.

Durante o G20, também estão previstos encontros bilaterais de Temer com os governantes de Itália e Espanha no dia 5. Reuniões com Árabia Saudita e Japão ainda estão sendo negociadas.

O presidente também se reunirá no dia 3 com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, o brasileiro Roberto Azevêdo, que foi eleito para o cargo com apoio do governo Dilma.

‘Maior parceiro’

A China desde 2009 é o maior parceiro comercial do Brasil, comprando principalmente matérias-primas, como soja e minério de ferro, e nos vendendo produtos industrializados.

Dessa forma, o foco da conversa de quarenta minutos entre Temer e o Xi Jinping será a economia. O presidente brasileiro deve priorizar três temas:

Temer deve falar ao presidente chinês sobre as reformas que pretende implementar no país para promover o ajuste fiscal, assim como apresentar oportunidades de investimento dentro do plano de concessões que está sendo elaborado para a área de infraestrutura.

Há expectativa de que Xi Jinping convide Temer para retornar ainda este ano à China para uma visita de Estado. Nesse tipo de encontro, diferentemente da reunião durante o G20, o presidente iria com uma grande comitiva de ministros e empresários para uma série de encontro entre as autoridades dos dois países.

Da parte da China, há grande interesse em construir uma ferrovia transoceânica ligando o Atlântico e o Pacífico, através do Brasil e do Peru, para baratear seu comércio com a América Latina.

Gigantesco, o projeto ainda está longe de sair do papel. Devido à diferença de bitolas dos trilhos de Brasil e Peru, exigiria a construção de um enorme centro de conexão no meio da floresta amazônica, com relevante impacto ambiental.

Orçamento prevê salário mínimo de R$ 945,80 no próximo ano

O salário mínimo para o ano que vem ficará em R$ 945,80, anunciou há pouco o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. O valor consta do projeto do Orçamento Geral da União de 2017, enviado nesta quarta-feira (31) pelo governo ao Congresso Nacional.
 
A proposta foi entregue por Oliveira e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL). O texto foi enviado ao Congresso logo após a cerimônia de posse do presidente Michel Temer, no Senado.

Os demais parâmetros para a economia no próximo ano, que haviam sido divulgados pela equipe econômica no último dia 17, foram mantidos. A estimativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 4,8% para 2017.

A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos em um país) ficou em 1,6%. O projeto prevê taxa de câmbio média de R$ 3,40 no dólar para o próximo ano, contra R$ 3,50 em 2015, e de taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada de 12,1% ao ano em 2017, contra 14% neste ano.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Oportunidade: UFT lança concurso para professor e técnico-administrativo; 43 vagas são ofertadas




A Universidade Federal do Tocantins (UFT), por meio da Comissão Permanente de Seleção (Copese), divulgou, nesta quarta-feira (31), os editais dos concursos públicos para provimento de vagas nos cargos de professor do magistério superior e para cargos efetivos da carreira de técnico-admirativo em educação. 


No total, são 33 vagas para professor, com remuneração que varia de R$ 2.018,77 a R$ 8.639 reais, dependendo do número de horas trabalhadas, dedicação e titulação do candidato. Para o cargo de técnico-administrativo são 10 vagas para os níveis médio e superior, cujas remunerações variam de R$ 2.752,81 a R$ 4326,21 reais.


Das inscrições
Para os cargos de professor do magistério superior, a inscrição será realizada, exclusivamente, pela internet, no endereço eletrônico http://www.copese.uft.edu.br, no período de 19 de setembro a 03 de outubro.


Já para os cargos de técnico-administrativo, que compreendem assistente em administração; tradutor e intérprete de linguagem de sinais para nível médio; e Administrador, Biólogo, Relações Públicas e Tecnólogo, com formação em Gestão e Negócio, para nível superior, as inscrições serão feitas pela Internet (http://www.copese.uft.edu.br), no período de 11 de novembro a 12 de dezembro.


Seleção

A seleção para o cargo de professor contará com duas etapas, sendo a primeira um exame de habilidades e conhecimentos, a ser realizado mediante a aplicação de prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório. A segunda etapa consta de prova didática, de caráter eliminatório e classificatório; prova prática, de caráter apenas classificatório; e avaliação de títulos, de caráter apenas classificatório.


Para os técnicos administrativos, a seleção será por meio de realização de prova objetiva, de caráter classificatório e eliminatório, para todos os cargos, e abordará conhecimentos compatíveis com o nível de escolaridade exigido para o cargo, conforme os programas constantes no Anexo III do edital de abertura.


Confira os editais
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Fonte: UFT

Dilma Rousseff perde o mandato de presidente da República, mas mantém direitos políticos

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Após seis dias de sessão e mais de 60 horas de trabalho, o Senado Federal decidiu nesta quarta-feira (31), por 61 votos a 20, condenar Dilma Rousseff pelo crime de responsabilidade e retirar seu mandato de presidente da República. Em uma segunda votação, foram mantidos seus direitos políticos.

Dilma Rousseff  foi responsabilizada pela edição de três decretos de créditos suplementar, sem autorização legislativa, e por atrasos no repasse de subvenções do Plano Safra ao Banco do Brasil, em desacordo a leis orçamentárias e fiscais.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que presidiu a sessão de julgamento, lavrou a sentença e determinou que Dilma Rousseff e Michel Temer sejam comunicados da decisão, tarefa que estará a cargo do primeiro secretário do Senado, Vicentinho Alves (PR-TO).

Temer será empossado como presidente da República na tarde desta quarta-feira, às 16h, no Plenário do Senado, como anunciou o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL). Dilma Rousseff terá até 30 dias para deixar o Palácio da Alvorada, residência oficial do chefe de Estado.

Em uma segunda votação, Dilma Rousseff obteve a manutenção de seus direitos políticos. Inicialmente, previa-se uma única votação para o impedimento e a perda de direitos políticos, o que a tornaria inabilitada para o exercício de qualquer função pública. No entanto, Lewandowski atendeu a pedido de destaque apresentado pela bancada do Partido dos Trabalhadores, o que levou à realização de duas votações. Na segunda, 42 senadores votaram pela perda de direitos, 36 pela manutenção e 3 se abstiveram. Para a inabilitação da agora ex-presidente seria necessária maioria absoluta, ou seja, pelo menos 54 votos.

Tramitação

O processo de impeachment foi concluído quatro meses e meio depois de chegar ao Senado, período marcado por divergências e intensos debates entre aliados e opositores de Dilma Rousseff. A denúncia apresentada contra ela, pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal, foi aceita em 2 de dezembro de 2015 pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e, em meados de abril, acolhida pelo Plenário daquela Casa.

No Senado, passou por três votações em Plenário. Na primeira delas, em 12 de maio, os senadores aprovaram a abertura do processo de impeachment, o que determinou o afastamento temporário de Dilma Rousseff.

Nos três meses seguintes, o trabalho se concentrou na Comissão Especial do Impeachment, responsável por analisar provas da procedência ou não das acusações.

Presidida pelo senador Raimundo Lira (PMDB-PB), a comissão realizou 31 reuniões e ouviu 44 testemunhas, 38 delas de defesa. Ao final, foi aprovado relatório elaborado por Antonio Anastasia (PSDB-MG), recomendando o julgamento da acusada.

Na madrugada de 10 de agosto, após cerca de 17 horas de sessão, também presidida por Ricardo Lewandowski, o relatório foi acatado em Plenário, que transformou Dilma em ré.

Iniciada na última quinta-feira (25), a sessão de julgamento teve início com a arguição de cinco testemunhas e dois informantes, fase realizada em três dias de trabalho.

Na segunda-feira (29), Dilma Rousseff teve a oportunidade de apresentar sua defesa em Plenário e responder a perguntas de 48 senadores, por cerca de 14 horas.

Na manhã de terça-feira (30), foi a vez da manifestação dos advogados de acusação, Janaína Paschoal e Miguel Reale, e da defesa, José Eduardo Cardozo. No restante do dia e até a madrugada do dia seguinte, 66 senadores inscritos se manifestaram da tribuna.

Nesta quarta-feira, último dia da sessão, o ministro Ricardo Lewandowski fez uma síntese de seu relatório, com os fundamentos do processo de impeachment, que contém 72 volumes e mais de 27 mil folhas. A votação que resultou no impedimento de Dilma Rousseff foi encaminhada pelos senadores Ana Amélia (PP-RS) e Ronaldo Caiado (DEM-GO), favoráveis ao impeachment, e por Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Humberto Costa (PT-PE), contrários ao afastamento da presidente.

Na segunda votação, Kátia Abreu (PMDB-TO), Jorge Viana (PT-AC) e João Capiberibe (PSB-AP) encaminharam pela manutenção dos direitos políticos da ex-presidente, ficando a cargo dos senadores pelo PSDB Aloysio Nunes (SP), Cássio Cunha Lima (PB) e Aécio Neves (MG) as argumentações contrárias.

Fonte: Agência Senado